giovedì 28 maggio 2015

Aproxima-se mais uma noite de fado...

... no pátio do Instituto Português de Santo António em Roma:

Este ano:

Sabato 30 Maggio 2015 Ore 21.00

Cláudia Picado, Voce
Paulo Valentim, Chitarra portoghese
Paulo Ramos, Chitarra classica

Recordamos aqui a noite de fado de há três anos: Joana Veiga acompanhada por Paulo Valentim (guitarra portuguesa) e Bruno Costa (viola).




Souto de Moura a Valle Giulia - 11/13 giugno

http://www.roma.embaixadaportugal.mne.pt/it/noticias/614-eduardo-souto-de-moura-al-workshop-taae-2015-di-roma-11-13-giugno


Eduardo Souto de Moura, Paolo Desideri e architetti e studiosi provenienti da diverse aree disciplinari parteciperanno al Workshop TAAE’2015 di Roma.

Facoltà di Architettura Università di Roma “La Sapienza”, Aula Magna
Via Gramsci, 53, Roma

Da Giovedì 11 a sabato 13 giugno, ore 8.30

Il Workshop TAAE’2015 di Roma costituirà l’occasione per una riflessione interdisciplinare sui diversi aspetti dell’arte del costruire, con particolare attenzione all’ "etica della costruzione dell'archietettura".

http://architettura.uniroma3.it/?eventi=on-the-tectonics-in-architecture-between-aesthetics-and-ethics

Álvaro Siza e Souto de Moura nella metro di Napoli

http://www.roma.embaixadaportugal.mne.pt/it/noticias/613-inaugurata-la-stazione-municipio-della-metropolitana-di-napoli-di-alvaro-siza-e-souto-de-moura


È stata inaugurata sabato 23 maggio a Napoli, firmata da Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura, la nuova fermata "Municipio", una delle cosiddette stazioni dell'arte, che ospiterà anche un'area museale con l'esposizione di alcuni reperti archeologici portati alla luce dagli scavi: due millenni di stratificazioni, tra cui il porto dell'antica Neapolis.
I due premi Pritzker portoghesi hanno progettato anche la riqualificazione della piazza sovrastante,  dov’è stata ricollocata la fontana seicentesca del Nettuno, smontata da Via Medina.

lunedì 25 maggio 2015

Etta e Roberto

Os nossos queridos alunos de primeiro nível, Etta e Roberto, prepararam no sábado à noite em sua casa um jantar muito especial que ofereceram aos colegas. 
As maravilhas cozinha vegan e todo o calor com que nos acolheram numa casa tão bonita ficaram para sempre na nossa memória...


Um grande abraço aos dois e boa viagem para os Açores!

Almada Negreiros, congresso internazionale | 10-12 giugno, Pisa

almada negreiros
Un trait-de-union tra arti e culture

Palazzo Matteucci, Pisa
Piazza Torriccelli 2 – Aula Magna

Da mercoledì 10 a venerdì 12 giugno 2015, presso l’Aula Magna di Palazzo Matteucci a Pisa (P.zza Torriccelli, 2) si svolge il Congresso Internazionale dedicato alla figura di José de Almada Negreiros (1893 – 1970). Disegnatore, caricaturista, illustratore, pittore, poeta, narratore, drammaturgo, ballerino, attore, performer, saggista, Almada Negreiros ha praticato ogni genere di espressione artistica, anticipando spesso i grandi movimenti del Novecento europeo, sia a livello figurativo, sia a livello letterario.              
L’evento, promosso dal Dipartimento di Filologia, Letteratura e Linguistica dell’Università di Pisa, in collaborazione con la Universidade Nova di Lisbona, insieme alle eredi di Almada Negreiros, è l’occasione per celebrare il centenario della nascita di “Orpheu”, la rivista più dirompente sulla scena culturale portoghese di inizio secolo XX, catalizzatrice degli intellettuali e degli artisti più importanti e noti del primo Novecento lusitano (con Fernando Pessoa a capofila).

Il congresso internazionale raccoglierà a dibattito studiosi italiani e stranieri che più si sono dedicati alla ricerca sulle varie anime dell’artista; è aperta inoltre al pubblico dal 10 al 27 giugno la mostra Almada Negreiros, artista prismatico (Pisa, Palazzo Matteucci): seguendo il filo rosso offerto dalla celebrazione del centenario della rivista «Orpheu», l’esposizione vuole sottolineare la profonda comunione tra l’artista e lo scrittore, a mo’ di glossa della stessa autodefinizione dell’autore che si firmava «Poeta de Orpheu, Futurista e Tudo» (poeta di Orpheu, futurista e tutto il resto). Prime edizioni, libri d’artista, disegni e un apparato audiovisivo e fotografico, con riproduzioni in grande formato dei ritratti dell’artista e dei suoi interventi grafici su giornali e riviste, segneranno la linea del tempo di una biografia che inizia in Africa (l’artista nacque nell’allora colonia portoghese di São Tomé e Príncipe) e si snoda per l’Europa: Lisbona, Parigi, Madrid.


Per maggiori informazioni:                almada.pisa2015@gmail.com

https://almadanegreirospisa2015.wordpress.com

venerdì 22 maggio 2015

La parola allo studente: David Antonio Romero Rodas, "São João Nonualco"

Pedimos aos nossos alunos que descrevessem a sua cidade, e este é o texto que nos enviou David Antonio Romero Rodas. Muito obrigado, David, por este belo texto!


A Minha Cidade


A minha cidade natal chama-se São João Nonualco, é uma cidade não muito grande, tem somente 17,000 habitantes. Fica na região dos Nonualcos (em dialeto indígena quer dizer “pessoas que falam bonito”) que era o nome da região antes da colonização espanhola.

As raízes são uma combinação da herança espanhola com os costumes do povo nativo.

O seu nome tem uma estreita ligação com o Catolicismo, de fato a cidade pertence a uma urbanização de três cidades com nomes de santos, Santiago Nonualco, São Pedro Nonualco, e São Joāo Nonualco.

A maior parte das casas são de um andar, todas com grandes janelas porque a ventilação é muito importante porque faz calor.

Todos os costumes do povo têm origem numa grande devoção católica, a piedade popular é muito sentida.

A melhor época para visitar a minha cidade é no início do mês de maio, porque são as festas da Cruz, praticamente as festas do povo.

Quando você vier à minha cidade, não traga nenhuma roupa quente, porque você vai ter calor.

Deve também ir a um restaurante onde vendem um prato típico que se chama “Chanfaina” é muito boa é somente feito na minha cidade, então você deve provar isso.

Para terminar tem que falar com as pessoas porque eles tem um espírito alegre e um enorme coração.

David Antonio Romero Rodas

Ieri, giornata di studi lusofili a Viterbo


Giornata di studi

Relações luso-italianas e ítalo-lusitanas na época moderna e contemporânea

21 maggio 2015 


hh. 11,00-17,00

DISUCOM (Dipartimento delle Scienze Umane, della Comunicazione e del Turismo) –
Instituto Camões, Cátedra “Pedro Hispano”
Università degli Studi della Tuscia di Viterbo

Via Santa Maria in Gradi, 4
aula 6

h. 10,30: Inizio dei lavori

Presidenza: Maria Luisa Cusati

10,50-11,10
Emma De Luca, La satira sociale nella Peregrinação di Fernão Mendes Pinto alla luce dei canti politici della Commedia dantesca

11,10-11,30
Maria Antonietta Rossi, Il viaggio a Roma di D. Manuel, vescovo di Viseu, come ambasciatore del re D. João IV di Portogallo durante l'epoca della Restaurazione e dell'indipendenza nazionale dalla Castiglia

11,30-11,50
Isabel Drumond Braga, Os Renegados Italianos e a Inquisição Portuguesa (séculos XVII-XVIII)

11,50-12,10
Carlo Pelliccia, Le relazioni luso-italiane nelle missioni gesuitiche in Asia Orientale attraverso alcune relazioni del XVII e XVIII secolo

12,10-12,30
Mariagrazia Russo, Un’inedita relazione di viaggio dei Gesuiti espulsi dal Portogallo (1759)

Pausa pranzo

Presidenza: Isabel Drumond Braga


15,30-15,50
Maria Antónia Lopes, Diplomacia ítalo-lusa mediada pela rainha de Portugal Maria Pia de Saboia

15,50-16,10
Caterina Pincherle, Italianinhos e carcamanos: la cittadinanza letteraria di personaggi italiani nel Modernismo brasiliano

16,10- 16,30
Barbara Aniello, O olhar de Eduardo Lourenço sobre a música e a pintura italiana a partir do seu diário inédito

16,30-17,10
Maria Luisa Cusati, Manuel Alegre e Napoli

17,10-17,30
Conclusione dei lavori


Agradecemos a assinalação à Senhora Professora Doutora D. Isabel Drumond Braga

giovedì 21 maggio 2015

5º Ciclo de Conferências Relações Luso-Italianas

5º Ciclo de Conferências Relações Luso-Italianas
Scrigni della memoria: Arquivos e Fundos Documentais
para o Estudo das Relações Luso-italianas


Os anteriores Ciclos de Conferências luso-italianas (2011-2014) analisaram diferentes áreas temáticas relativas às ligações entre Portugal e Itália, abrindo um leque variado de novas pistas de investigação. Desde o início se sentiu a necessidade de um percurso interdisciplinar onde a história da arte, a história social, económica e diplomática deviam constituir uma ferramenta comum de trabalho no intuito de aprofundar o estudo das relações entre os dois países.


Com este ciclo pretende-se regressar à matéria-prima para o estudo das relações luso-italianas: os arquivos e os fundos documentais. Deste modo, foram privilegiadas as abordagens a arquivos privados pouco conhecidos e quase inexplorados para a temática em estudo, paralelamente aos riquíssimos fundos presentes nos arquivos nacionais italianos e portugueses. Ao longo das diversas conferências propostas serão apresentados fundos e arquivos que podem suscitar novas e inéditas abordagens sobre as relações lusoitalianas, numa diacronia que se estende desde o século XV até aos inícios do século XIX.

http://www.cham.fcsh.unl.pt/ac_actividade.aspx?ActId=251
http://www.iiclisbona.esteri.it/IIC_Lisbona/webform/SchedaEvento.aspx?id=879&citta=Lisbona

24 de Março | 19h00 | Instituto Italiano de Cultura de Lisboa
Nunziatella Alessandrini (CHAM) – Carla Minelli (INET), 
500 anos de história luso-italiana: o arquivo da Igreja dos Italianos de Nossa Senhora de Loreto e o projecto da Fundação Calouste Gulbenkian

9 de Abril | 18h30 | Grémio Literário
Tiago Henriques (Louriçal) e Miguel Ribeiro Pedras (FCSH-UNL),
Itália e o Arquivo da Casa de Louriçal: personagens e colecções num Arquivo de Família

28 de Abril | 18h30 | Palácio Nacional da Ajuda
Paulo Falcão Tavares (Historiador), 
Fundos arquivísticos portugueses relacionáveis com a Sacra Ordem Militar e Religiosa dos Santos Maurício e Lazaro da Casa de Sabóia

14 de Maio | 18h30 | Grémio Literário
Luíz Saldanha Lopes (C. M. Mafra / Irmandade do SS.mo Mafra),
Arquivo Histórico da Irmandade: Os Livros de Assentos da Ordem Terceira de S. Francisco de Mafra e os artistas italianos na Real Obra

26 de Maio | 17h30 | Academia de Marinha
Francesco Guidi Bruscoli (Università di Firenze), 
La Carreira da Índia negli archivi italiani

16 de Junho | 18h30 | Gabinete de Estudos Olisiponenses
Francisco de Almeida Dias (S. Antonio dei Portoghesi), 
Monsenhor José de Castro e o arquivo de Santo António dos Portugueses em Roma

30 de Junho | 17h30 | Sociedade de Geografia de Lisboa
Rui Mendes (Investigador, CDIRF), 
Câmara Eclesiástica de Lisboa: alguns contributos para o estudo dos italianos e famílias de origem italiana em Portugal

29 de Setembro | 18h30 | Gabinete de Estudos Olisiponenses
Gonçalo Monjardino Nemésio (Investigador, Genealogista) 
Os Sumários Matrimoniais da C.E.L. e o Registo Geral de Testamentos (I.A.N./T.T.) fontes para o estudo dos italianos que passaram a Portugal

12 de Outubro | 17h30 | Sociedade de Geografia de Lisboa
Pedro Pinto (CHAM), 
A Itália e os italianos nos fundos e colecções do BNP

29 de Outubro | 18h30 | Gabinete de Estudos Olisiponenses
Carmine Cassino (Centro de História - UL), 
Para um estudo dos italianos em Portugal na primeira metade do século XIX nos arquivos de
Lisboa (Torre do Tombo e Arquivo Histórico Militar) e Nápoles (Archivio di Stato)

10 de Novembro | 17h30 | Sociedade de Geografia de Lisboa
Susana Mateus e Ignacio Pulido Serrano (Cátedra A. Benveniste e
CIDEHUS-UÉvora / Universidad Alcalá de Henares), 
As “cartas italianas” do arquivo de Simón Ruiz (1553-1630): novas perspectivas e metodologias

24 de Novembro | 18h30 | Gabinete de Estudos Olisiponenses
Luísa Colen (Arquivista), “Duas igrejas, dois povos, uma história
comum: Memórias da presença italiana no arquivo da Igreja da
Encarnação”

10 de Dezembro | 17h30 | Sociedade de Geografia de Lisboa
Mariagrazia Russo (Università della Tuscia), 
Fundos da Biblioteca Nazionale de Roma: manuscritos de interesse para a cultura portuguesa

Janeiro de 2016 (data e hora a definir) | Embaixada de Itália em
Lisboa
Irene Fosi (Università Chieti-Pescara), 
Una famiglia romana e il Portogallo nel Seicento: note e documenti dall’archivio Orsini

Sabato, 30: fado nel cortile di Sant'Antonio dei Portoghesi



Sabato 30.5.2015
21.00 Notte di fado

Cláudia Picado, Voce
Paulo Valentim, Chitarra portoghese
Paulo Ramos, Chitarra classica



mercoledì 20 maggio 2015

ARACNE | Open Expo PORTOGALLO


Mercoledì 20 maggio 2015 | Dalle ore 19.30
ARACNE II Edizione - OPEN EXPO PORTOGALLO "SAUDADE"Concorso d'arte collettivo | Apertivo | Concerti | Djset
Ingresso: 6 € con drink incluso entro le 22.00 | 3 € dopo le 22.00
Lanificio159
 - Via di Pietralata 159 (ingresso lato Lanificio Cucina) | 00158 Roma
Evento Facebook
PROGRAMMA
► 19.00 | OPEN EXPO PORTOGALLO "SAUDADE"
Libero accesso agli spazi espositivi | Votazioni aperte al pubblico (il tagliando per la votazione sarà consegnato all'ingresso) | Aperitivo
► 21.00 | ARACNE 
Presentazione del concorso e della giuria artistica | Inizio attività di voto della giuria artistica
► 22.00-24.00 | LIVE
h. 21.30 ERIKA GIUILI (MILK WHITE) live set | h. 22.15ROBERSPIERRE REVOLUTIONARY PARTY live set | h. 23.00CAMELIAS GARDEN live set & Release Party
► 24.00 CLASSIFICA: proclamazione dei 12 vincitori
► A seguire | Dj set
Video by Cliché Video
Mercoledì 20 maggio i 64 artisti tornano nell'arena espositiva di Aracne, dedicata questo mese al Portogallo. Il tema scelto per l'occasione è SAUDADE. Non una parola ma un sentimento, uno stato d'animo, un modo dell'essere che si avvicina alla nostalgia. Come disse Fernando Pessoa: "Non c'è nostalgia più dolorosa di quella delle cose che non sono mai state".
Tutte le opere saranno sottoposte al giudizio congiunto del pubblico e al voto della giuria di qualità che a fine serata dichiarerà i 12 vincitori. Per garantire un processo di votazione popolare più equo e autorevole, quest'anno al pubblico presente sarà permesso di votare 3 artisti durante ogni sfida mensile, invece di 1.
Dalle 19 a tarda notte si alternano l'aperitivo, la musica live di Erika Giuili con il progetto Milk White, quella rivoluzionaria di Filippo Maria Di Caprio (chitarra, voce) e  Giampaolo Liberatore (chitarra, banjo, mandolino, ukulele, voce) con Roberspierre Revolutionary Party e a chiudere il live dei Camelias Garden. I vincitori del Roma Folk Contest edizione 2014 tornano a esibirsi sul palco del Lanificio per presentare il loro ultimo album "Kite".
PREMI IN PALIO
> Esposizione delle 12 opere vincitrici presso l'IPSAR - Istituto Portoghese di sant'Antonio in Roma, con data da definire
BIOGRAFIE
CAMELIAS GARDENI Camelias Garden fondono gli elementi acustici e vocali del classico cantautorato folk con gli arrangiamenti e gli intrecci strumentali del postrock e del progressive. Nascono a Roma nel 2011 come progetto solista del cantante e polistrumentista Valerio Smordoni per poi evolversi in una band.
You Have a Chance è il loro album d'esordio, uscito a Marzo 2013, ed è stato presentato in radio negli studi dell'emittente romana RadioRock e live per Altrock/Fading Records presso La Casa di Alex di Milano, vendendo in breve più di 1000 copie del disco. Un esordio che consentirà al gruppo l'inizio di di un'intensa attività live e che gli farà ottenere recensioni su testate internazionali quali Prog Sphere e IO Pages, oltre a numerose webzine italiane, tra cui Rockit e Roba da Rocker.
Il loro modo di fare musica proviene dal cinema, dalle ampie distese di verde e dalle suggestioni di tempi lontani. La colonna sonora di un film immaginario creata da armonie vocali, sintetizzatori e chitarre acustiche.
A settembre 2013 sono band ci copertina sulla rivista musicale ExitWell.
A Marzo 2014 sono tra i semifinalisti di Arezzo Wave.
A Maggio 2014 vincono il premio della giuria al Roma Folk Fest.
Il nuovo album 'Kite' sarà disponibile in formato digitale a partire dal 20 maggio 2015
ROBERSPIERRE REVOLUTIONARY PARTY
Roberspierre Revolutionary Party sono Filippo Maria Di Caprio (chitarra, voce) e Giampaolo Liberatore (chitarra, banjo, mandolino, ukulele, voce).
Robespierre Revolutionary Party nasce come progetto di Filippo Maria Di Caprio.  Dopo aver pubblicato il primo EP autoprodotto nell'Aprile del 2013, ha iniziato l’attività live insieme a Giampaolo Liberatore che nel tempo è divenuto a tutti gli effetti l’altra metà di RRP. Insieme, nell’ultimo anno, hanno calcato la maggior parte dei palchi romani. A luglio del 2014 entrano in studio per il secondo EP "La caccia alla volpe" uscito il 1° Ottobre in tutti i digital store e in streaming su Spotify e nel Soundcloud ufficiale.
ERIKA GIUILI
facebook.com/milkwhitemusic
milkwhitemusic.com/
GIURIA
Studio Mediterraneo
Jacopo Mandich (scultore)
INFO
www.lanificio.com
www.facebook.com/lanificio159
https://www.facebook.com/AracneRoma
Lanificio159 | Via di Pietralata, 159 - Roma
tel 06.41780081 | aracne@lanificio.com

martedì 19 maggio 2015

Dopodomani: Giulia Lanciani a Roma Tre


Giovedì 21 maggio, nella Sala “Ignazio Ambrogio” (12:00-13:30) la Professoressa GIULIA LANCIANI parteciperà alla presentazione dei volumi Il Settecento e l’Ottocento in Portogallo e Il Novecento in Portogallo, di cui è curatrice.


Giulia Lanciani (a cura di), Il Settecento e l'Ottocento in Portogallo, Roma, Universitalia, 2014.

Il profilo di storia linguistica e letteraria del Portogallo, pubblicato nel 1999, presentava l'evolversi della letteratura portoghese dalle sue origini fino al Seicento. Il presente volume si propone, pertanto, di raccoglierne il testimone e, soffermandosi sui secoli XVIII e XIX, prelude allo sfavillio del Novecento, la cui straordinaria ricchezza e varietà hanno suggerito di racchiudere in una pubblicazione autonoma. Non che il Settecento e l'Ottocento siano in Portogallo secoli privi di figure di straordinario spessore - in tal senso, si pensi alla rilevanza del pensiero di Luís António Verney, Alexandre Herculano o Antero de Quental oppure all'originalità di autori, tra loro diversissimi, come António José da Silva, Almeida Garrett ed Eça de Queirós. Al contrario, si tratta di un periodo fondamentale per cogliere l'origine di un complesso gioco di contrappunti e tensioni che finiranno con il caratterizzare in forme nuove anche l'epoca contemporanea.
http://universitaliaeditrice.it/dj-catalog2/item/73-letteratura/566-il-settecento-e-l-ottocento-in-portogallo#.VVL_pNKqqko




Giulia Lanciani (a cura di), Il Novecento in Portogallo, Roma, Universitalia, 2014.

La letteratura ha svolto e continua a svolgere in Portogallo una peculiare funzione sociale, talmente importante da fare di questo paese un'autentica eccezione nell'attuale contesto europeo. Per analizzare una simile peculiarità, erano necessari un mutamento di prospettiva e un'analisi che andassero oltre i canoni tradizionali della storiografia letteraria di tipo accademico. Era necessario che il compito di tracciare un panorama vivo e appassionato fosse affidato a critici di indubbio valore che però fossero essi stessi letterati militanti. Il volume sul Novecento ha l'ambizione di aver raggiunto un simile obiettivo. Il materiale qui riunito è del tutto inedito ed è stato concepito appositamente dai suoi quattro autori al fine di realizzare un progetto che stava da tempo a cuore alla curatrice, desiderosa di offrire al pubblico italiano una visione non meramente classificatoria della letteratura portoghese del Novecento, ma un approccio dinamico e in qualche misura "sperimentale", tale da coinvolgere lo stesso lettore nelle varie "scoperte" operate dagli autori. Per la prima volta, i lettori italiani potranno pertanto disporre d'un panorama ricco e singolare.
http://universitaliaeditrice.it/collane/collane-scientifiche/item/79-storia-e-letteratura/534-il-novecento-in-portogallo#.VVL_edKqqko

lunedì 18 maggio 2015

La parola allo studente: Radiana Nigro, "António Variações"

Acerca de uma lição sobre os anos '80 e os sucessos musicais que lhe servem de banda sonora, a nossa aluna RADIANA NIGRO escreveu este belo texto sobre António Variações, que temos grande gosto em publicar! Obrigado, Radiana!


ANTÓNIO VARIAÇÕES
(3-12-1944/13-06-1984)

Nasceu demasiado cedo e morreu no mesmo dia da morte de Fernando Pessoa, uma das suas referências (utilizou as palavras dum poema de Pessoa na 'Canção do Engate'), juntamente com Amália Rodrigues a quem dedicou o seu primeiro LP.

Foi uma criança feliz, muito querida pela mãe, a quem ofereceu uma sentida homenagem com a canção ‘Deolinda de Jesus’ (o nome dela).

Primeiro empregado, depois barbeiro (acho que é o corte que marca a sua personalidade: corte dos preconceitos e das hipocrisias sociais), apesar de não ter tido nenhum conhecimento teórico sobre a música, e de ter tido uma vida muito breve, mudou o panorama musical português.

Foi o primeiro artista pop moderno do Portugal, de vanguarda e original e descreveu a sua música como“algo entre Braga e Nova Iorque”. O que não era uma contradicção porque efectivamente o António era muito moderno (o ritmo da sua música era rock, jazz, punk, folk …) e simultaneamente ancorado na tradição popular. 

Gostava que Lisboa fosse uma cidade aberta nos comportamentos e nas ideias, como Amesterdão ou Londres ou Nova Iorque onde tinha passado umas temporadas.  Porém, mesmo se na altura em Portugal se respirava uma reencontrada liberdade, após a Revolução dos Cravos, e começavam a fazer-se ouvir cada vez mais sinais de rebeldia, todavia o percurso do País para uma efectiva transformação nos hábitos e na maneira de viver tinha apenas começado.

O António, pelo contrário, era já ele mesmo – com a sua excentricidade, as suas roupas,os seus óculos, a sua barba pintada -  uma ode à liberdade. Ele apanhou de surpresa uma sociedade ainda a habituar-se à democracia e aos ventos do exterior e o próprio nome que decidiu dar-se, Variações, é um sinónimo da sua vontade de fugir aos rótulos e às classificações mais básicas ("Eu estou além" é a única sua canção que eu conhecia e de que gosto muito), um símbolo duma forma muito própria de estar na vida.

António Variações estava verdadeiramente à frente do seu tempo e acho que, mais que 30 anos depois de ele ter morrido, ainda não chegámos ao tempo dele. 

RADIANA NIGRO


La parola allo studente: Nicoletta Del Gaudio, "Sobre 'Marido' de Lídia Jorge"

A nossa aluna de nível avançado NICOLETTA DEL GAUDIO comentou desta maneira o conto "Marido" de Lídia Jorge. 
Agradecemos muito e damos os parabéns à Nicoletta pelo seu texto!



Comentário sobre o conto da Lídia Jorge “Marido”

Dignidade: qualidade moral que infunde respeito; respeitabilidade; autoridade moral. (Dicionário Porto Editora)

A dignidade se baseia no reconhecimento da pessoa digna de respeito. Éuma necessidade emocional que todos nós temos de reconhecimento público de se ter feito bem as coisas, em relação a autoridades, amigos, círculo familiar, social, entre outros.  (Wilkipedia).               


Quando alguém rouba a dignidade a um outro ser humano, homem ou mulher, o que sobra? O respeito entre os homens, entre as pessoas é um dos mais importantes e básicos fundamentos duma sociedade civilizada. 

Portanto, eu considero este conto da Lídia Jorge, “Marido”, o conto da falta da dignidade.

Essa falta não é só da porteira! Ela justifica completamente o alcoolismo do marido, a sua violência verbal, as suas maneiras rudes, ainda se ele não lhe reconhece todo o trabalho que ela faz calada, a paciência que lhe demonstra, o carinho que ela ainda tem...

Mas trata-se de carinho realmente? Ou estamos a falar de medo?

Pode-se perceber muito bem que ela tem imenso medo, não só do marido, mas também dos inquilinos do prédio;  está preocupada com aquilo que eles podem pensar, ouvindo os brados do marido quando volta a casa completamente  bêbedo. Ela chega a planear uma nova estratégia para tornar o seu marido quieto, tranquilo, cada vez que voltar a casa:  quer mostrar-se-lhe se logo e assim evitar que ele grite o seu nome quando está na sua procura. Isto é medo, não é carinho, é tentar evitar o pior.  

Mas também o marido não tem dignidade: que homem se pode chamar realmente homem quando está sempre completamente bêbado e não é consciente daquilo que diz e que faz? E mais, como falar de homem se este, que deveria proteger a sua mulher e amá-la, lhe incute medo?     
      
No conto fala-se dum amor doente, que não é sadio. “Ama o teu próximo como ti mesmo”.  Mas a porteira não se ama.  Ela não pensa minimamente em si mesma, no fundo ela pensa que não vale nada, como poderia amar um outro ser humano? E o marido, que amor pode dar se a única maneira de mostrá-lo é incutir medo? Ele não está realmente interessado na sua esposa, não a considera, não pensa que a sua condição de bêbado possa ser perigosa, não a protege e, no fim do conto, este facto será irremediavelmente fatal.

A linguagem que a escritora usa é muito particular, utilizar uma linguagem religiosa, com devoção, evoca  uma atmosfera mágica como aquela que se pode encontrar nas catedrais medievais, e leva o leitor a um suspense que invade o conto até o fim. Percebe-se o estado de espírito da porteira, os seus medos, as suas esperanças, a sua tristeza.  

Reconheci a capacidade de Lídia Jorge capturar a atenção do leitor, que não pode absolutamente parar de ler o conto e tem necessidade de chegar até ao fim.  Não são muitos os escritores que conseguem chegar a este resultado, mas ela foi capaz.

NICOLETTA DEL GAUDIO


giovedì 14 maggio 2015

Reminiscenze Portoghesi a Roma negli acquerelli di Vasco Bobone



Dignità della Memoria: Reminiscenze Portoghesi a Roma
Acquerelli di Vasco d’Orey Bobone all’Istituto Portoghese di Sant'Antonio in Roma

dall’11 al 28 giugno 2015


inaugurazione:
giovedì, 11.06.2015, ore 18.30

luogo:
galleria dell’Istituto Portoghese di Sant'Antonio in Roma
Via dei Portoghesi, 6

orario di apertura:
sino al 28 Giugno 2015
da mercoledì a domenica, dalle 17.00 alle 20.00


L’Istituto Portoghese di Sant'Antonio in Roma, fondazione lusitana del XV secolo in suolo papalino, ha svolto nel corso dei secoli una importante missione sociale, continuando ad avere come obiettivo la diffusione dei valori spirituali e culturali portoghesi. Oltre all’attività di accoglienza religiosa, l’IPSAR dispone di una biblioteca e di un archivio storico e svolge da più di 50 anni corsi di lingua e cultura portoghese.

La galleria d’arte, inaugurata nel 2002, accoglie ora la mostra di acquerelli di Vasco d’Orey Bobone, dal titolo Dignità della Memoria: Reminiscenze Portoghesi a Roma che ripercorre, attraverso lo sguardo colto e sensibile dell’artista lisbonese, la presenza storica del Portogallo nella città eterna.

Se il fascino e le bellezze monumentali di Roma hanno indotto nei secoli scorsi molti scrittori ed artisti ad un soggiorno obbligato nella Caput Mundi nell’ambito del Grand Tour, non si può negare che ancora oggi vi è chi non riesce a sottrarsi ad una esperienza del genere per trarne ispirazione per le proprie opere.
Tra questi figura in primo piano Vasco Bobone, il quale sa fondere armoniosamente nella sua produzione artistica la ricerca del bello con la dimensione storica.
Dall’esperienza professionale di architetto e dai suoi studi di pittura e storia compiuti a Perugia, Vasco ha saputo, infatti, trarre i canoni ed i principi che hanno contraddistinto il classicismo italiano per poi farli rivivere, da eccellente acquarellista, con una spiccata sensibilità moderna.
Giuseppe Manica, dal catalogo della mostra

L’esposizione, realizzata in coincidenza con i festeggiamenti del Giorno del Portogallo, verrà inaugurata giovedì 11 Giugno 2015, alle ore 18.30, in via dei Portoghesi, 6, da S. E. l’Ambasciatore del Portogallo presso la Santa Sede, Dott. António de Almeida Ribeiro e dal Rettore dell’Istituto Portoghese di Sant'Antonio in Roma, Rev. Mons. Agostinho da Costa Borges.

La mostra, grazie anche alla Fondazione Antonio José Nogueira Lipari Garcia, nella persona del presidente del suo CDA, Dott. Luis Vilaça Ferreira, si è avvalsa della collaborazione del Dott. Giuseppe Manica, Dirigente Culturale del Ministero degli Affari Esteri, già Addetto culturale dell’Ambasciata d’Italia in Portogallo e Direttore dell’Istituto Italiano di Cultura di Lisbona.

mercoledì 13 maggio 2015

PEGASUS INTERNATIONAL em Língua portuguesa

http://nuovanarrativa13.blogspot.it/2015/05/pegasus-international-lingua-portuguesa.html



Começa, com este número, a secção lusófona do site Pegasus SF International.
O objectivo da iniciativa é difundir e publicar textos de género ficção científica, fantástico, mistério, nos seus idiomas originais. STEFANO VALENTE é o responsável pela secção da língua portuguesa.
Os contos têm de ser não muito compridos, e também as "míni-antologias" de micro-ficção podem ser admitidas (vejam-se os contos publicados).
Os autores não perdem os direitos dos seus textos e aceitam que os seus contos possam ser traduzidos em outros idiomas para a publicação em Pegasus SF.
Para quem se interessar em participar nesta iniciativa:
Enviar os textos ao correio eletrónico: stef.valente@tiscali.it
É preferível não enviar mais que dois ou três contos - ou micro-antologias - por mês.

continua em http://nuovanarrativa13.blogspot.it/2015/05/pegasus-international-lingua-portuguesa.html


Parabéns e boa sorte, Stefano!

La parola allo studente: Camillus Johnpillai, "Papa Francisco"

O nosso aluno de 1º nível, Camillus Johnpillai, para exercitar a descrição física e de caráter, ofereceu-nos esta simpática composição sobre o Papa Francisco. Muito obrigado, Camillus!


O personagem que vou descrever é o Papa Francisco.

Ele é da Argentina. A sua família é de Piemonte, em Itália.
Ele é alto e tem o cabelo branco. Também usa os óculos, em particular, quando celebra a Missa ou lê livros ou os seus discursos.

O Papa Francisco é um grande trabalhador. Não é tímido, mas extrovertido. No seu ministério, o Papa Francisco é decidido. Ele é simpático com todas, sobretudo, com os pobres.
Ele viaja muito e trabalha muito pela Igreja. Ele é muito comunicativo com as pessoas. Ele não tem receio e fala com coragem a verdade. O Papa é sociável e amigo também com os não-cristãos em todo o mundo.

Muitas pessoas visitam Roma para o ver e ouvir. Muitas pessoas participam na Audiência Geral de quarta feira ou na oração do meio-dia de Domingo. Ele saúda todas as pessoas com muito afeto.

Camillus Johnpillai

13 de Maio



13 de Maio é o 133.º dia do ano no calendário gregoriano e neste dia, em 1917, três crianças  que pastoreavam o seu rebanho na Cova da Iria, perto de Fátima, Portugal, declaram ter tido a aparição da Virgem Maria sobre uma azinheira.




A propósito:

A imagem de Aparecida foi entronizada junto ao recinto do santuário português, no âmbito de um intercâmbio entre os dois santuários que há um ano levou à colocação de uma imagem de Fátima no Brasil.
O arcebispo de Aparecida, Raymundo Damasceno Assis, disse hoje que a Igreja não pode afastar-se da simplicidade e desaprender as lições das mensagens de Fátima e de Aparecida.

"A fragilidade é o meio escolhido por Deus para realizar a sua obra. A Igreja deve sempre lembrar que não pode afastar-se da simplicidade", afirmou o cardeal Raymundo Damasceno Assis, no Santuário de Fátima, na homilia da missa que sucedeu à procissão das velas, momento em que cerca de 200 mil peregrinos iluminaram o recinto.
A imagem de Aparecida foi hoje entronizada na escadaria norte, junto ao recinto do santuário português, no âmbito de um intercâmbio entre os dois santuários que há um ano levou à colocação de uma imagem de Fátima no templo brasileiro.
Abordando os acontecimentos que levaram à criação dos dois santuários, o arcebispo referiu que "em Aparecida, com justiça, viu-se na cor negra da imagem a sua compaixão e a solidariedade com os sofridos escravos e seus descendentes" e em Fátima "a oração e os sacrifícios pelos pecadores".
"A nossa solidariedade, seja com os pobres, seja com os pecadores, dificilmente consegue ultrapassar o simples compadecer-se e chegar a sofrer de verdade com os que sofrem", assinalou Raymundo Damasceno Assis, exortando os peregrinos a pedirem à Virgem que reúna em cada um "a solidariedade, para que os sofredores consigam vencer o sofrimento, e ao mesmo tempo uma verdadeira submissão à vontade de Deus".
Ainda sobre a história de Fátima e de Aparecida, que em 2017 assinalam respetivamente, o centenário das aparições e o tricentenário da descoberta da imagem da Virgem Aparecida no rio Paraíba, o arcebispo, citando o papa Francisco, declarou que "Deus entra sempre nas vestes da pequenez".
Remetendo de novo às palavras do papa e à história da Virgem Aparecida, o cardeal notou que Deus "dá uma mensagem de recomposição e unidade, que requer da nossa parte paciência", que "o povo simples e piedoso encontra sempre espaço nas suas vidas para a manifestação de Deus", que a todos protege, e que a fé, quando autêntica, "traz consigo a necessidade de ser partilhada".
"Por isso, o papa Francisco concluía que a Igreja não pode desaprender a lição de Aparecida e eu acrescento a lição das aparições de Fátima", acrescentou.
A missa está a ser concelebrada pelo cardeal patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, 34 bispos e 275 padres, anunciou o santuário.
A peregrinação internacional de maio termina na quarta-feira, com a missa, bênção dos doentes e procissão do adeus.


Giulia Lanciani a Roma Tre - 21 maggio



Giovedì 21 maggio, nella Sala “Ignazio Ambrogio” (12:00-13:30) la Professoressa GIULIA LANCIANI parteciperà alla presentazione dei volumi Il Settecento e l’Ottocento in Portogallo e Il Novecento in Portogallo, di cui è curatrice.


Giulia Lanciani (a cura di), Il Settecento e l'Ottocento in Portogallo, Roma, Universitalia, 2014.

Il profilo di storia linguistica e letteraria del Portogallo, pubblicato nel 1999, presentava l'evolversi della letteratura portoghese dalle sue origini fino al Seicento. Il presente volume si propone, pertanto, di raccoglierne il testimone e, soffermandosi sui secoli XVIII e XIX, prelude allo sfavillio del Novecento, la cui straordinaria ricchezza e varietà hanno suggerito di racchiudere in una pubblicazione autonoma. Non che il Settecento e l'Ottocento siano in Portogallo secoli privi di figure di straordinario spes-sore - in tal senso, si pensi alla rilevanza del pensiero di Luís António Verney, Alexandre Herculano o Antero de Quental oppure all'originalità di autori, tra loro diversissimi, come António José da Silva, Almeida Garrett ed Eça de Queirós. Al contrario, si tratta di un periodo fondamentale per cogliere l'origine di un complesso gioco di contrappunti e tensioni che finiranno con il caratterizzare in forme nuove anche l'epoca contemporanea.
http://universitaliaeditrice.it/dj-catalog2/item/73-letteratura/566-il-settecento-e-l-ottocento-in-portogallo#.VVL_pNKqqko



Giulia Lanciani (a cura di), Il Novecento in Portogallo, Roma, Universitalia, 2014.

La letteratura ha svolto e continua a svolgere in Portogallo una peculiare funzione sociale, talmente importante da fare di questo paese un'autentica eccezione nell'attuale contesto europeo. Per analizzare una simile peculiarità, erano necessari un mutamento di prospettiva e un'analisi che andassero oltre i canoni tradizionali della storiografia letteraria di tipo accademico. Era necessario che il compito di tracciare un panorama vivo e appassionato fosse affidato a critici di indubbio valore che però fossero essi stessi letterati militanti. Il volume sul Novecento ha l'ambizione di aver raggiunto un simile obiettivo. Il materiale qui riunito è del tutto inedito ed è stato concepito appositamente dai suoi quattro autori al fine di realizzare un progetto che stava da tempo a cuore alla curatrice, desiderosa di offrire al pubblico italiano una visione non meramente classificatoria della letteratura portoghese del Novecento, ma un approccio dinamico e in qualche misura "sperimentale", tale da coinvolgere lo stesso lettore nelle varie "scoperte" operate dagli autori. Per la prima volta, i lettori italiani potranno pertanto disporre d'un panorama ricco e singolare.
http://universitaliaeditrice.it/collane/collane-scientifiche/item/79-storia-e-letteratura/534-il-novecento-in-portogallo#.VVL_edKqqko

PS:
Lo scorso venerdì 8 maggio, nell’ambito dei corsi di “Lingua e Traduzione – Lingue portoghese e brasiliana”,  la Professoressa Giulia Lanciani ha tenuto, sempre a Roma Tre,  una conferenza dal titolo Tradurre oggi (Aula 23. 12-14).





martedì 12 maggio 2015

La parola allo studente: Gian Marco Caruso, "A vida sem o imperativo"

Agradecemos ao nosso aluno de primeiro ano, Gian Marco Caruso, este divertido texto que fez o favor de nos enviar e que publicamos com o maior gosto! Bem-hajas, Gian Marco!



A vida não pode existir sem o imperativo.

Com grande paixão, acho importante a ideia de aprofundar um pouco esta parte da gramática: o imperativo.

O imperativo é um modo muito útil, um modo precioso, o modo é muito importante em alguns casos.

Então, eu começo a pensar: como entender melhor o imperativo? Com exemplos.

Sempre trabalho no escritório e todos os dias os chefes e os diretores continuam a dar ordens. Então, aplica-se o imperativo muito bem neste primeiro exemplo de jogo de palavras.

Imprima !
Memorize !
Programe !
Escreva !
Recicle !
Arquive !
Traduza !
Imagine !
Verifique !
Organize !

Então eu pensei que, também em casa,o imperativo é moda.Os pais pedem aos seus filhos para fazer várias coisas. Mães e pais também dão conselhos, desta forma:

Inventem !
Melhorem !
Pensem !
Estudem !
Respeitem !
Aprendam !
Triunfem !
Investiguem !
Vejam !
Obedeçam !

E eu fico pensando como aplicar o imperativo na vida. E encontro muitos exemplos de motivação.

Imagina !
Medita !
Produz !
Ensina !
Ri !
Ama !
Trabalha !
Inventa !
Viaja !
Oferece !  Obtém ! e Ora !

Com estes exemplos acho que o imperativo não se pode esquecer facilmente!

Gian Marco Caruso



La parola allo studente: Federico Anselmi, "A minha irmã Selene"

Federico Anselmi, nosso aluno do primeiro ano, descreve aqui cheio de carinho a sua irmã.
Boa leitura a todos e obrigado, Federico!



Geralmente gosto de falar e escrever acerca da minha esposa, porque nela eu busco todos os dias razão de amor e de vida diária. Mas outra pessoa importante para mim é a minha irmã.

Chama-se Selene, tem 19 anos e é o meu orgulho, porque estudando muito durante estes anos, fala 5 línguas.

A sua preferida é o inglês, porque ela gosta muito da Inglaterra. De fato para fortalecer esta língua há um ano atrás ela foi a Brighton, a um instituto de línguas inglês.

Mas quero fazer um passo atrás, falando das suas características físicas e de carácter: ela é alta, tem cabelo escuro, longo e encaracolado. É magra, ainda que goste muito de comer doces (pasteis de nata também).

Ela tem um carácter forte e duro, é teimosa mas doce ao mesmo tempo.

A sua paixão pelas línguas (estudar e falar) é ligada ao seu passatempo preferido, a música... Para ela é toda a sua vida! Ela gosta muito de ouvir música, o rock sobretudo! Os seus grupos preferidos são os Muse, mas ela gosta tampem de ouvir Oasis (o meu preferido) e geralmente toda a música que vem da Inglaterra.

Gosto de pensar que enquanto estive em casa com ela, a minha influência nas línguas, a música, o viajar para descobrir, são pensamentos que a estão levando a crescer com objetivos claros. De fato o seu sonho depois estudos é trabalhar para uma companhia aérea, por esta razão ela estuda inglês, francês, alemão, espanhol e...a língua do meu coração: o português!

Ouvir o fado e também os meus contos sobre uma terra de que quero saber sempre  mais, intrigava a curiosidade da Selene. Por esta razão agora ela estuda português em Roma Tre com a Professora Filipa Matos.

O nosso relacionamento é muito forte, graças à nossa mãe, que nos tem juntos e que dá amor aos nossos dias.

Eu sei que ela vai ser uma maravilhosa tia dos meus filhos e espero que no futuro o nosso relacionamento não mude e que possamos falar das nossas vidas como hoje fazemos.

Federico Anselmi

La parola allo studente: Ivana Bartolini, "A lambada"

Pedimos a um grupo de alunos que pensasse nos grandes sucessos musicais dos anos '80 e fizesse uma composição sobre o tema. A Ivana Bartolini, aluna, amiga e colaboradora deste blogue desde sempre, relembrou a "lambada" brasileira. Obrigado, Ivana!


Escolhi a canção dos Kaoma “Lambada” porque me lembra uma estadia que fiz no Verão de 1989 no Brazil e que foi particularmente feliz.

Era Dezembro e aquele Verão foi muito quente.

A música estava  por todo o lado: uma maravilha!

Uma canção roubou a minha atenção: a lambada.

Decidi ir a uma escola de lambada, porque queria aprendê-la e assim fiz. Havia  pessoas de diferentes países e decidi dar início ao curso.

Bailava cada manhã e cada noite. Convenci os meus amigos de viagem a voltar ali e foi assim que, depois um mês, voltámos  para Itália com a lambada no físico e no coração.

Os Kaoma era um grupo musical francês constituído por de 5 músicos e dois bailarinos.

O grupo alcançou popularidade de 1989, quando publicou “Lambada” que teve um poderoso êxito no mundo inteiro e tornou-se  um clássico dos bailes latinos-americanos.

A canção foi na realidade  o plagio dum trecho intitulado Llorando se fué, que foi escrito muitos anos antes do grupo boliviano Los Kjarkas.

Em 1990 os Kaoma participaram no Festival de Sanremo, cantando uma suas versão de “Donna con te” que cantou  também  Anna Oxa.

A Lambada ficará sempre no meu coração com  o “tormentone” do Verão de 1989!

Ivana Bartolini

mercoledì 6 maggio 2015

La parola allo studente: Matteo Canale, "Em Abril, águas mil, canta o carro e o carril"

Ainda falamos de Abril, neste início de mês de Maio. Um texto de Matteo Canale, nosso aluno do 1º nível.Cheio de humor, como sempre!
 Obrigado, Matteo!



Em Abril, águas mil, canta o carro e o carril

Embora estejamos no meio de Abril, ainda não posso compreender se este “é o mais cruel dos meses” ou “o mês encantado”, como lemos nos versos do T. S. Eliot (porquê tão crítico? talvez alérgico aos lilases?) ou no romance de D. Elisabeth von Arnim (seguramente alérgica ao marido).  

Uma coisa é certa: tenho poucas ideias, mas muito confusas. 

Então, entre uma gripe e o primeiro fim de semana do ano sob o sol escaldante da praia, não sei se é mais útil ter em atenção os poetas e as rimas deles, onde sempre se oculta um pequeno grão de verdade, ou se é melhor abandonar os versos para cultivar o nosso espírito com as ciências verdadeiramente exatas: a leitura da mão, o voo das aves, a comparação quotidiana dos horóscopos (que é quase uma meteorologia, mas muito mais sentimental.)  

Então, em Abril, tudo se vai confundir. Cruel ou encantado? 

Tento expressar-me e peço perdão se às vezes - na explicação - vou abrir o meu chapéu de chuva ou tossir e espirrar: estas são as desvantagens das estações... 

Acho que Abril é o mês da máxima dúvida, por consequência é um mês muito sábio: como um filósofo oriental, Abril ensina-nos - com os factos só e nenhuma teoria - a não desperdiçar o nosso tempo e a viver o momento neste exato momento! 

Um mês generoso e feroz: traz consigo uns dias cheios de luz poderosa, típica do verão, que nos doura como os camarões; mas, de repente, o céu traduz-se num telhado de chumbo e vai cair uma chuva bíblica, que então não perdoa. 

Abril é um mês muito musical: tudo é acompanhado para uma percussão constante, de tom seco e baixo: um tapete rítmico, muito mais silencioso que uma prece cantada numa procissão longe demais. Mas, subitamente, Abril manifesta-se com uma descarga életrica, que ninguém espera. Então Abril é o mês mais imprevisível que os outros no ano: tudo pode acontecer. 

No domingo, de manhã, o céu está tão azul e imperturbável que em frente das suas flores incrédulas você pode decidir levar para o sótão todas as roupas quentes: adeus ao cachecol do avô, às luvas ásperas ao tacto, perfeitas para a próxima viagem ao Pólo Norte: o inverno já acabou! Neste domingo gordo de sol e de nuvens brancas, vai convidar os seus amigos para andar de bicicleta pela cidade e finalmente vai vestir-se com os seus calções curtos e a camisinha leve, que  comprou naquela loja há seis meses. Mas, poucas horas depois, um vento rancoroso começa a atacar as suas costas e o seu pescoço; ao meio-dia o céu benevolente oferece-lhe uma espécie de ultimato, mas você tem poucas possibilidades: é preciso procurar as copas das árvores ou um restaurante onde proteger-se, mesmo se  tem uma chaminé e se você terá de ler numa ementa só as sopas da tradição russa… 

Ó meu querido Abril: porque não duras quinze dias só?

MATTEO CANALE

João Louro rappresenta il Portogallo alla 56ª Biennale di Venezia

http://www.roma.embaixadaportugal.mne.pt/it/l-ambasciata/notizie/592-l-artista-joao-louro-rappresenta-il-portogallo-alla-56-biennale-di-venezia.html



"I Will Be Your Mirror / Poems and Problems” è il progetto che il Padiglione del Portogallo presenta alla Biennale Arte di Venezia All the World's Future.

Con l’Alto Patrocinio del Governo de Portugal, Secretário de Estado da Cultura e la Direção-Geral das Artes, la rappresentazione ufficiale nell'edizione portoghese d'Arte Biennale di Venezia del 2015 conta anche con la partecipazione della Fondazione EDP.

La curatrice è la critica d’arte María de Corral della Fundação EDP

Istituto Veneto di Scienze, Lettere e Arti - PALAZZO LOREDAN

​Campo Santo Stefano 2945
9 maggio -  22 novembre

João Louro è nato nel 1963, a Lisbona, la città dove vive e lavora. Ha studiato architettura presso l'Università di Lisbona Architettura e pittura alla Scuola AR.CO.


Nel 2005 João Louro ha partecipato alla 51 ° edizione della Biennale di Venezia, con la mostra "L'esperienza dell'arte" presso il Padiglione d'Italia.

Il suo lavoro abbraccia pittura, scultura, fotografia e video. Con particolare attenzione alle avanguardie, partendo dalla minimal art e all’arte concettuale, il lavoro di João Louro si presenta inscindibile dell’orizzonte culturale della modernità e della società post-industriale. Minimalismo, concettualismo, cultura pop, strutturalismo e post-strutturalismo, e autori come Walter Benjamin, Guy Debord, Georges Bataille, Blanchot o artisti come Donald Judd o Duchamp, formano la trama espressiva di João Louro.

La sua opera è presente in diverse collezioni pubbliche e private: Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Colecção António Cachola, Elvas; Fundación ARCO, Madrid; Margulies Collection, Miami; Jumex Foundation, Mexico; Fundação de Serralves (MACS), Porto; Coleção BES, Lisboa; MACRO Museo d’Arte Contemporanea Roma, Roma. Museu do Caramulo, Caramulo; Coleccion Helga de Alvear, Madrid; Coleccion Purificacion Garcia, Madrid. In Porotgallo il suo lavoro è rappreesentato dalla Galeria Cristina Guerra Contemporary Art, di Lisbona, negli Stati Uniti dalla Christopher Grimes Gallery di Los Angeles.

martedì 5 maggio 2015

Todos nós temos Amália na voz

Diz-se que conforme a língua que falamos, assim a nossa voz se modifica, adquirindo um timbre específico.
Quem aprende Português - diz-nos António Variações - tem por força de ter Amália na voz!





Fiz dos teus cabelos a minha bandeira
Fiz do teu corpo o meu estandarte
Fiz da tua alma a minha fogueira
E fiz, do teu perfil, as formas d’arte

Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós

Dei o teu nome à minha terra
Dei o teu nome à minha arte
Dei a tua vida à primavera
Dei a tua voz à eternidade

Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós

Fiz das tuas lágrimas a despedida
Dei aos teus braços a minha dança
Dei o teu sentido à minha vida
E o grito dei-o ao nascer de uma criança

Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós

As tuas mãos ao meu destino
O teu olhar ao horizonte
Dei o teu canto à marcha do meu hino
Dei a tua voz à minha fonte

Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz

A voz de todos nós

La parola allo studente: Alessandro Paoloni, "Na primavera... não bebas com o estômago vazio"

Agradecemos o texto divertido ao nosso aluno Alessandro Paoloni, que estuda Português no 1º nível do Instituto Português de Santo António em Roma.



Na primavera...não bebas com o estômago vazio

“Boa tarde senhor, quer algo para beber?”
“Um cuba libre, faz favor.”

...Ah como gosto da primavera!

Às sete da tarde o céu em Roma ainda está colorido de rosa e parece que as dias não terminam mais. A gente põe vestidos frescos e mais coloridos do que no inverno: t-shirts, saias curtas, camisas em linho, vestidos de manga curta... e as raparigas na primavera... woow!!!

“Faz favor, traga-me outro, mas menos forte que aquele de antes. Ainda não tomei o meu jantar.”

...Neste fim de semana vamos à praia de Ostia. Saímos cedo de casa, pomos uma toalha no saco e partimos no carro do meu primo. (Vou dizer-te um segredo: a praia de Ostia na primavera é estupendíssima. Não há muitas pessoas, o ar está fresco e as bebidas nos cafés são menos caras do que no verão.) Se gostas de fazer deporto, há muitos espaços dedicados a ele, campos de ténis e de voleibol de praia.)

“Toma outra bebida?”
“Sim, o último cuba libre e depois traga-me a conta, faz favor”.

O que é que estava dizendo?
Ah, sim... a primavera... quando andas pelas ruas de Roma sentes os cheiros de flores misturados àqueles da cozinha... e ouves música de rua e mil línguas que vêm de todas as esquinas do mundo.

“Obrigado... fogooo! 20 euros de cuba libre!!!”

Que boa é a primavera, mas também cara!

Deixo o dinheiro, levanto-me da cadeira, ponho o copo em cima da mesa e vou passeando até casa. Antes de chegar quase caio no chão... bebi talvez demais... mas como é boa a primavera.

Alessandro Paoloni